Paris, je t’aime

Genteeee! Estou suuuuper relapsa com o blog, eu sei (bad bad Marikota). Mas apesar dos dias aqui em Dublin serem tipo eternos ( escurece sempre as 10:30 da noite), eu ando sempre, tão cheia de coisa pra fazer, ou mesmo, ficar fazendo nada com o pessoal aqui de casa, que a inspiração pra escrever, sempre vem, quando estou exausta, deitada para dormir. E sim, estou devendo o post contando sobre Lisboa e Barcelona, porém, resolvi, fazer primeiro o post sobre Paris. Por que, pra Paris, a gente sempre está inspirada.

Vou começar, fazendo uma confissão: Eu nunca, desejei ir para Paris. Nunca mesmo. E provavelmente se meus amigos aqui, não tivessem me chamado para ir, eu iria acabar nem indo para lá, nesse minha temporada europeia ( para quem não sabe, moro em Dublin, na Irlanda, desde de novembro). Mas, não consigo nem explicar a surpresa que essa cidade foi para mim.

Do primeiro segundo ao último, eu amei. Então, vamos começar do começo.

Achamos um vôo super barato da Ryanair e pum, caímos em cima e compramos. Maaas, coisas que agente aprende: As vezes o barato sai caro. A ryanair, por ser uma empresa super lowcost, as vezes atua em aeroportos pequenos, que nem dentro da cidade ficam. Em Paris, o aeroporto fica na verdade a 1:30 da cidade. Tem um ônibus que faz o trajeto aeroporto-cidade e vice-versa, ida e volta custa a bagatela de 30 euros, e no horário que chegamos e partimos, ainda teve o táxi do lugar que o bus para, para o hostel, e vice-versa, ou seja, talvez uma passagem um pouco mais cara, de outra empresa, teria dado elas por elas, e a função seria bem menos. Então, aquela coisa, que eu já aprendi, mas ainda cometo o erro: PESQUISE BEM!


E nesse caminho, entre aeroporto e cidade, já comecei a ver os encantos da cidade. Como chegamos a noite, vimos ela toda iluminada. Torre Eiffel toda linda, lá, brilhando <3. Começou ali já, o amor.

O hostel, escolhemos o Youth Hostel, que é muito bem localizado, mas não é muito bom. Não tem área de convivência, mas por ser bem localizado, até valeu. E o preço era relativamente bom.
No primeiro dia, resolvemos começar indo no Louvre. Mas, para ter uma noção e ir conhecendo a cidade, fizemos a pé e ai fomos parando em outros lugares que era relativamente no caminho. Começamos logo chegando no Rio Sena, que consegue deixar a cidade ainda mais linda. Vimos até um casamento nas margens dele, mas não tem como negar, o rio é fedido

  

Paramos pela Notre-Dame no caminho. É sem duvida muito bonita, mas obscura, e como uma boa adoradora da Disney, fiquei pensando no corcunda :). Mas, é uma Igreja históricamente super importante, foi lá que aconteceu a coroação de Napoleão como imperador em 1804 e a beatificação de Joana D’Arc em 1909. Também tem, a suposta coroa de espinhos de Jesus Cristo, exibida aos visitantes na primeira sexta-feira de cada mês.


  
  
De lá, seguimos para os Jardins de Luxemburgo. GENTE, que lugar lindo. É o maior parque de Paris, e essa coisa, de verão europeu, com esses parques lotados de gente, sentados, conversando, comendo, com filhos, bichos e amores, me encanta.


  
  
 Lá, almocei um crepe super delicia.


E seguimos, finalmente, para o Louvre.

O que dizer do Louvre. Sei que não preciso entrar em detalhes. tem um dos acervos mais incríveis de arte. A Monalisa, é um amontoado de gente, que chegar mais na frente, é um exercício de empurra empurra, e já tinham me dito, mas é de fato meio broxante, por que é um mini quadro. Mas ok, é a Monalisa. Eu, não sou grande conhecedora da arte, não nego, então tirando aquelas obras beeeem famosas que a gente aprenda na escola e sei lá, na vida, a maioria eu não fazia idéia do que era, de quem era, etc.. Me apaixonei pela exposição da Casa de Napoleão, e admito, que mesmo não conhecendo muito, achei sensacional o lugar. A entrada custa 12 euricos, e para quem tem carteirinha de estudante e é menos de 25 anos, a entrada é de graça.


  
  
  
  
  

Do museu, fomos para o hostel já. Apesar de ainda ser dia, o calor que estava na cidade, tornou os passeios do primeiro dia, que fizemos a pé, triplamente mais cansativos. Mas no caminho, passamos por onde, costumava ser a Pont des Arts, a ponte com os cadeados do amor. Melhor, a ponte ainda está ali, porém estava interditada e sem boa parte dos cadeados (devido ao peso, dos cadeados, ela estava correndo o risco de cair). Ali perto, em uma outra ponte, que tem tipo um mirante, também é lotado de cadeados. Meio que em todas as pontes e grades das ruas de Paris, tem alguns cadeados perdidos.


  

O segundo dia, estava mais calor ainda. E resolvemos fazer tudo de metro. Que é bem fácil de se localizar com ele, e passa por todos os principais pontos turísticos. Primeira parada foi na Basílica Sacré-Cœur. Que na minha opinião, é bem mais linda que a Catedral Notre-Dame. Além de ter uma vista linda da cidade, já que fica localizada no topo do monte Martre, que é o ponto mais alto da cidade.


  
 De lá, descemos até o local onde fica o Moulin Rouge, que é uma casa de shows, um cabaré na verdade. Os espetáculos custam em torno de 90 euros e ficou ainda mais famoso depois do filme.

Depois foi a vez, da tão famosa e “phyna” Champs Elysees. Como toda grande cidade, Paris também tem uma rua onde ficam todas as lojas mais famosas e caras do universo. Onde tudo é lindo e legal. A loja da Abercombrie & Fitch, é uma beleza a parte ( não pelos vendedores gatos de sempre, mas por que a mansão que ela está instalada é demais). Passei para comer os meus tão desejados macarons da Ladurée. Peguei uma caixinha com 12, de sabores variados, que eu escolhia na hora. Alguns eram uma delícia e outros eram bem ruins. Mas, para mim, ir lá, era tão importante como ir na torre. Parada obrigatória. Acho que experimentar a culinária do local, comer alguma coisa tradicional ou que se tornou super famosa no mundo, faz parte da experiência, e sempre que possível, tento experimentar.

Ali na Champs, também fica o Arco do Triunfo.


  
  

Para vocês terem uma idéia do calor que estava, nesse dia, resolvemos ir pro hostel depois da Champs, para tomar um banho e trocar de roupa, e esperar o sol dar uma amenizada, e ai irmos para a Torre Eiffel, finalmente. Queriamos ver o pôr do sol por lá, e ela iluminada.

E que baita escolha fizemos. Pegamos ela ainda, com o dia claro, vimos o pôr do sol, e ela linda, iluminada e brilhando no escuro, então fica como minha dica, se você só puder ir uma vez na torre, vá nessa faixa de horário. Bom, as fotos vão falar por si.


  
  

No meu terceiro e último dia, me separei do grande grupo, e fui assistir a final feminina de Tênis, do campeonato de Roland Garros. Para os adoradores do esporte, o campeonato dispensa explicações, principalmente após o surgimento do Guga ❤ ( que estava lá, divulgando sua biografia, todo fofo). Mas, O French Open, é um dos principais torneios mundiais do esporte. Eu ainda tive a sorte, de não só assitir a final feminina, entre a sensacional Serena Williams e Lucie Safarova. Devido a chuva do dia anterior, acabei assistindo também, os últimos pontos da semi-final masculina, entre o Djokovic e o Andy Murray. E além de tudo, vi a final de duplas masculina, onde o lindo do Marcelo Mello, junto com sua dupla, foi campeão. Não tem como negar, que foi um dia inteiro, de muita emoção.

Eu cresci em uma cidade que adora o esporte, em uma família que ama mais ainda. Todos, sem exceção. Quando era mais nova, joguei por uns 3 anos (ainda hoje, me arrependo de ter parado). Mas admito, nunca tive muita paciência para ficar horas sentadas na frente da tv, assistindo ao jogo. Minha mãe, se deixar, fica 24 horas seguidas assistindo, eu sempre me cansava no começo, voltando pra ver o final as vezes. Mas sempre acompanhei, e sempre gostei.. Agora ver um campeonato desses, ao vivo, é algo indescritível. então te digo, que vale cada centavo. Além de ser não só sobre os jogos, é um evento, com muitas pessoas lindas e uma super infraestrutura. Se puder, em algum momento da sua vida, vá. Simples assim!


  
  
  
 E assim, de maneira linda, acabou minha curta passagem por essa cidade maravilhosa e apaixonante.

Ah, alguns extras:
Sem dica de restaurantes, bares e baladas, por que não fiz nenhum tipo de programa assim, devido ao low budget.

Todo mundo fala que em Paris, as pessoas te tratam mal e não falam inglês. Olha, nós, fomos tratados bem em todos os lugares, e todas as pessoas, se viraram no inglês com a gente sem reclamar.

Se não tiver 3g, para usar o maps durante o dia. Então, sempre antes de sair, pesquise no maps mesmo, como ir de ponto x a ponto y, e tire print ou anote. Foi o que fizemos nessa trip, e o bom e antigo mapa de papel nos ajudou também.


No dia que fui a Roland Garros, o pessoal foi para o Castelo de Versailles, e voltou de lá encantado. Disseram que é um must go. Roubei umas fotos aqui pro post, hohoho.


  
  

Beijos pessoas lindas, a e até o próximo post ( que não sei nem dizer sobre onde será, mas estou devendo post sobre Lisboa, Barcelona, e Itália. OMG)

Muack ❤

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